Segunda-feira, a partir de agora, é dia de #arte na rua no Simplebook. Confira algumas imagens da primeira edição abaixo:

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A grife FORUM, o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e a produtora artística Duda Porto de Souza lançaram em novembro passado a campanha I LOVE YOU MORE em prol da primeira biblioteca multilíngue infanto-juvenil da América Latina, localizada no Centro Universitário Belas Artes SP.

A Biblioteca Infantil foi idealizada por Eduarda Porto de Souza tem previsão de abertura para 2012. Já foram arrecadados 10 mil livros, e a previsão para a inauguração é que tenha 40 mil obras. O projeto prevê acervo com livros, gibis, DVDs e revistas, além de exposições temporárias e eventos para os pequenos, como a leitura de livros.  Trata-se de uma expansão da biblioteca do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, a primeira no Brasil a receber da ABNT e do INMETRO a certificação da norma ISO 9001:2000 pela excelência dos serviços prestados. O objetivo dos envolvidos é valorizar a infância e dar às crianças uma das mais importantes ferramentas de conscientização do mundo que as cercam.

Algumas personalidades como Washington Olivetto, Isabella Fiorentino, Luana Piovani, Maria Fernanda Cândido e diversas outras apoiaram a campanha e foram fotografadas pelo Miro. A exposição das fotos irá até o dia 21 de maio e a entrada é gratuita no Museu Belas Artes de São Paulo (muBA) na própria instituição de ensino.

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Cartazes da Fortuna é uma iniciativa atual do Directors Club e Cardon Copy. Vinte designers de renome internacional foram escolhidos e enviados a cada um, um biscoito da sorte. Em seguida, tiveram a incumbência de criar um pôster tipográfico inspirado, apresentando a sua própria fortuna. Os cartazes resultantes estarão em exposição no TDC, e disponíveis para a compra em12 de maio. Todos os rendimentos vão para o Type Directors Club Scholarship Fund.

Victoria’s Secret é uma tipografia personalizada por Andreu Balius. Baseado em outro de seus projetos, Carmen, o grande número de amostras e ligaduras deu ao tipo um divertimento, a personalidade flirty. Ele está disponível para venda na Type Republic.

O Google anunciou esta semana que, com o objetivo de fortalecer tecnologias abertas como WebM (VP8) e Theora, vai abandonar o codec H.264 nas próximas versões de seu navegador Chrome. Descrito pela Wikipédia como “um padrão para compressão de vídeo capaz de fornecer boa qualidade de vídeo com uma taxa de bitrate muito baixa em relação aos padrões já existentes, mas sem aumentar a complexidade do projeto”, o licenciamento do H.264 poderia, na visão da gigante das buscas, atrapalhar a inovação na web, ou seja, o desenvolvimento de ferramentas livres e abertas.

“Esperamos uma inovação ainda mais rápida na plataforma no próximo ano e, por isso, estamos concentrando nossos investimentos em tecnologias que são desenvolvidas e licenciadas com base nos princípios da web aberta”, disse o Google. “Queremos mudar o HTML5 do Chrome para torná-lo compatível com os codecs já apoiados pelo projeto Chromium. Mais especificamente, estamos apoiando o WebM (VP8) e codecs de vídeo Theora”, completou a empresa.

Embora as notícias recentes chamem a atenção, o Chrome não é o primeiro navegador a se posicionar contra o H.264. A Fundação Mozilla, desenvolvedora do Firefox, e a Opera, dona do navegador de mesmo nome, também rebatem a necessidade do codec. Por outro lado, Apple e Microsoft demonstram estar favoráveis a plataforma, sendo utilizada por padrão nos navegadores Safari (incluindo iOS) e Internet Explorer.

A decisão da firma de Mountain View, que vem acompanhada de muitas críticas externas, empurra os projetos alternativos do WebM para a superfície. Segundo alguns desenvolvedores consultados por esta coluna, o problema das novas plataformas está no estágio inicial de desenvolvimento e suas limitações. A falta de suporte por parte da Apple e Microsoft, é tida como um dos principais pontos negativos. Ambas as empresas não avaliam, neste momento, a possibilidade de integrar o WebM em seus produtos, o que indiretamente cria uma nova confusão entre os padrões do HTML5 e as tecnologias suportadas por cada navegador.

O que fazer nesta situação?

Para os desenvolvedores, a única saída neste momento está em retomar ao velho e conhecido Flash, pelo menos se tratando de vídeos online. Com a chegada dos recursos de aceleração gráfica e suporte a Flash no WebM até o final do ano, a situação deve melhorar àqueles que decidirem partir para o lado aberto da força. Há, também, um consenso de que esta fragmentação poderá fazer com que os sites tenham diversas formas de visualização.

Com o abandono, o H.264 passa a ficar retido ao Safari e Internet Explorer 9, chegando somente a 6% dos usuários. No caso do WebM/Ogg, presente no Chrome, Firefox e Opera, o alcance da tecnologia aberta já atinge 35%, o que pode levar Steve Jobs e Steve Ballmer a mudarem de opinião.

Estaria o Google querendo controlar o formato dos vídeos?

A empresa nega qualquer intenção de ter o controle dos formato dos vídeos, sendo esta iniciativa totalmente voltada à comunidade web, assim como ocorre com o próprio Chrome, Android e outros.

“Nosso objetivo é ver a tag tornar-se uma plataforma de vídeo de primeira classe. Como acontece com outras plataformas web, esperamos que a maioria das organizações e indivíduos contribuam para WebM, não tendo qualquer ligação com o Google ou qualquer outra entidade única”, explicou Mike Jazayeri, Gerente de Produto.

Na visão da Microsoft, a posição tomada pelo Google é extremamente clara e visa forçar as pessoas a falarem a sua língua. Em um texto irônico, intitulado “Carta aberta ao presidente dos Estados Unidos do Google”, Tim Sneath, evangelizador web da Microsoft, diz que a decisão do concorrente é similar a ideia de “banir o inglês dos EUA”. A Apple, por sua vez, preferiu não comentar o assunto.

Para o iOS, o futuro é incerto

Com a possibilidade do Google em converter seus produtos para WebM, é provável que os navegadores como Safari e Internet Explorer passem a não ter mais suporte aos sites. Como o empresa de Larry Page e Sergey Brin não dorme no ponto, já é certo que um complemento, similar ao Chrome Frame seja liberado para resolver a limitação.

No caso do iOS, a confusão está arrumada com a Apple. A queda do codec significa muito para o sistema operacional móvel, pois era a chave para a substituição do Flash. Com a redução da popularidade, os desenvolvedores podem vir a desistir da tecnologia, colocando os milhões de iPhones, iPods e iPads em uma navegação ainda mais limitada.

A confusão em torno do Flash

Em abril de 2010, Andy Rubin, chefe do Android, declarou que, a presença do Flash no sistema móvel da companhia, era diretamente baseada na aceitação popular: “É necessário não adotar uma atitude militante em relação ao conteúdo que o consumidor gosta”, disse

Qual seria, então, a diferença do H.264 para o Flash? Através de sua visão corporativa, o Google parece não se explicar. A hipótese estaria ligada ao Flash ser um plugin, o que torna sua instalação independente do navegador. No caso do Android, o Flash tem sido trabalhado para ser nativo, o que torna a questão muito curiosa.

E você, acredita que o Google tenha tomado uma decisão em prol da web?

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