De acordo com o resultado de uma grande pesquisa organizada pela Hunch.com, “pessoas mac” são frequentemente jovens, vegetarianos que curtem arte moderna, politicamente liberais, e que adoram filmes independentes. De outro lado, ativistas windows tendem a ser mais velhos e mais conservadores.
Se você está coletando provas para o debate Mac vs Windows que você tem planejado para o fim de semana ou se preparando para uma aparição no programa do Faustão, os resultados Hunch oferecem alguma diversão e uma visão fascinante sobre os gostos e os hábitos dos usuários de Mac e PC.
Iniciado pela co-fundadora do Flickr, Caterina Fake, o Hunch proporciona aos seus visitantes recomendações personalizadas para quase tudo, desde livros e filmes para carros, locais de férias e até faculdades. Entre março de 2009 e Abril de 2011, o Hunch pesquisou em 388.315 dos seus visitantes sobre as suas plataformas de computação preferidas. Entre os entrevistados, que geralmente são early adopters em tecnologia, e 52% se identificaram como pessoas PC enquanto 25% disseram que eram Mac aficionados. O resto não quis responder à questão ou não consideraram-se fiéis a qualquer plataforma de computação.
Combinando esses dados com os resultados de mais de 80 milhões de outras respostas dos questionários “Teach Hunch About You”, foram encontradas algumas correlações interessantes entre a escolha do sistema operacional e uma variedade de outras preferências pessoais. De acordo com os resultados globais, usuários de Mac costumam ser devoradores de hummus, moradores da cidade que gostam de vegetarianismo e filmes de arte. O que você acha? Será que estes resultados refletem fielmente a realidade? Ou será que eles falsamente endossam estereótipos de longa data para os fãs de Mac e PC?
Alguém se arrisca a dizer que o Google um dia será superado? Ou que o Facebook deixará de ser a rede social mais popular do mundo? Ou que a Microsoft será mais “cool” que a Apple no futuro? São previsões bem… fortes, quase devaneios. Mas não se engane: todas são passíveis de acontecer.
Antes que alguém me chame de maluco, vamos voltar alguns anos no tempo. Na década de 1990, logo após a abertura da Internet comercial, as páginas da WWW eram simples de tudo, com Times New Roman praticamente como padrão, links azuis para todos os lados e aquele fundo cinza que remete a aplicativo do Windows 95 ao fundo da maioria das páginas. Apesar desse ar singelo, quase bucólico, desde aquela época era preciso um programa para acessar páginas na web: o navegador.
O Netscape reinava. Detinha mais de 90% do mercado, era um fenômeno. A Microsoft viu o novo filão e criou seu próprio navegador, o Internet Explorer. Demorou quatro versões para ele se equiparar ao rival em recursos, e numa jogada histórica, uma das mais controversas da história da informática, a Microsoft conseguiu “empurrar” o IE para a imensa base de usuários do Windows, embutindo seu navegador no sistema operacional.
Além de ter um concorrente nativo na maioria esmagadora dos computadores novos equipados com Windows, o Netscape ainda era pago. Não demorou muito para o cenário dos navegadores se inverter: era agora o IE quem detinha mais de 90% do mercado.
Esse pequeno excerto da história mostra que nada é invulnerável. Basta uma jogada de sorte, uma solução melhor, uma abordagem “estranha”, e certezas absolutas caem por terra. Pode acontecer com qualquer um, inclusive Google, Facebook e Apple.
A ascensão do IE foi trágica para a web. As reminiscências da época em que a disputa com o Netscape, na figura de códigos proprietários e total desrespeito pelos padrões web ditados pela W3C criou uma geração de sites que só funcionavam em um navegador e desenvolvedores preguiçosos, que deturpavam o conceito de tabelas para desenhar layouts. Entre 1998 e 2004, a web passou por uma fase feia. Não diria crítica, nem “à beira da morte”, longe do sensacionalismo da Wired; foi uma fase feia, no sentido literal — a qualquer desenvolvedor consciente, doía na alma ler o código de uma página cheio de table, tr e td.
Mas então surgiu uma esperança. O Firefox, antes Phoenix e Firebirds, derivava do código do Mozilla Suite e extirpava tudo o que não dizia respeito à navegação web, como cliente de email e editor HTML (!?). Lançado em 2004 com estardalhaço, ele não ganhou popularidade da noite para o dia, mas mostrou que nem tudo estava perdido, que dava para salvar a web da estagnação imposta pela Microsoft — e abraçada por profissionais web preguiçosos.
De lá para cá, muita coisa rolou. O Opera, um dos navegadores mais antigos ainda em atividade, continua inovando e melhorando a cada versão, apesar de ainda patinar com a sua base de usuários diminuta. A Google entrou na dança com o Chrome, definindo novos padrões para todo o segmento. E até a Microsoft, veja só, colocou o Internet Explorer de volta aos trilhos.
Hoje o mercado dos navegadores está muito equilibrado. Segundo dados da StatCounter (gráfico abaixo), três navegadores, IE, Firefox e Chrome, encaminham-se para o equilíbrio. Os 90% de participação do IE, hoje, resumem-se a meros 45%. O Firefox, antes “A” alternativa ao IE, está estacionado nos 30%: não perde usuários, mas também não ganha. E o Chrome, lançado há pouco mais de dois anos, continua sua subida meteórica, já sendo o navegador preferido de 16% dos internautas.
Fonte: StatCounter Global Stats – Browser Market Share
O mais legal é que, na prática, pouco importa para nós quem ganha e quem perde. Depois de muita pressão de desenvolvedores e até mesmo usuários, as empresas por trás desses navegadores finalmente reconheceram que o que importa, afinal, é a padronização. IE, Opera, Firefox, Chrome, Safari… todos seguem, ou se esforçam para seguir à risca os padrões que a W3C determina. Isso gera benefícios para toda a cadeia: desenvolvedores têm menos trabalho (e retrabalho) para deixar seus sites e sistemas funcionando em todos os navegadores e usuários passam a ter a mesma experiência básica independente do programa que escolherem. Todos ganham, sem exceção.
No que fica a diferença? Nos detalhes. Uns preferem a praticidade e a familiaridade do Internet Explorer. Outros, a velocidade e minimalismo do Chrome. Tem aqueles que não dispensam as extensões e temas do Firefox. E outros (poucos, é verdade) não abrem mão das opções infinitas que o Opera oferece por padrão.
Isso não é maravilhoso?
A mesa MT55 HD da Ideum oferece um grande display touchscreen LED-backlit de 55 polegadas com resolução HD. Ela foi projetada para ser usada em galerias, museus, instalações de arte e educacionais, e permite que os usuários façam uma combinação de mais de 200 gestos diferentes.
A tela da MT55 HD pode detectar 32 pontos de toque ao mesmo tempo, assim várias pessoas podem interagir com ela simultaneamente. Sob o capô dessa mesa multitouch, encontramos um computador da HP integrado, com processador Core i7 de 2,93 GHz, uma placa de vídeo nVidia Quadro 600 workstation-class que tem compatibilidade com 3D, 4GB de memória RAM e dois discos rígidos de 250 GB Sata. Vale mencionar que a HP dá uma garantia de 3 anos caso o equipamento apresente algum problema.
O sistema também tem Wi-Fi e Bluetooth, portas USB 2.0, além de Ethernet para conectar com a internet. Ele também tem um sistema de som da Bose e saída HDMI. O sistema executa o Windows 7 versão Pro de 64 bits, e vem pré-carregado com software GestureWorks para aplicações multitouch e integração com Flash e Flex. Esse software é uma das SDKs mais robustas do mercado quando se trata de touchscreen. A mesa MT55 HD também oferece um backup de bateria e possui uma unidade de refrigeração incorporada. O preço ainda não foi divulgado, mas você pode obter mais detalhes sobre a mesa multitouch da Ideum, visitando o seu site.
































